The First Part

Agosto 4, 2009 - Leave a Response

So this is the first part We’re drunk and the selfless relentless caresses How long must the first part last Before we make our respective messes? Well all the clocks wound down Well all the clocks wound down And all the dSo this is the first part We’re drunk and the selfless relentless caresses How long must the first part last Before we make our respective messes? Well all the clocks wound down Well all the clocks wound down And all the doors thrown open One good minute could last me a whole year One good minute will last me a whole year Well it’s a delicate line We draw it in pink We draw it in white So take your time with it Yeah take your time I have remembered these things before Whispered phrases and emotions I know that they will only I know that they will only haunt meoors thrown open Chorus One good minute could last me a whole year One good minute will last me a whole year Well it’s a delicate line We draw it in pink We draw it in white So take your time with it Yeah take your time I have remembered these things before Whispered phrases and emotions I know that they will only I know that they will only haunt me.

(Superchunk)

Jealous Girls

Julho 29, 2009 - Leave a Response

Hoje o tema do dia é ciúme. To sentindo ciúmes de tudo e de todos hoje. Por causa disso, parei e comecei a pensar sobre o fato de uma pessoa sentir ciúmes, e o fato de uma pessoa ser possessiva. Não acho que sejam sinônimos. Penso que ter ciúmes de algo específico é momento de insegurança, por isso que, normalmente, deve passar, ou pelo menos ficar mais brando. Sabe aquela coisa da guria que sente ciúmes do namorado ou do ficante simplesmente porque ele conversa com outra menina? Então, isso acontece por pura e simples insegurança. E é engraçado, porque o medo que fica atrelado ao ciúme nem sempre é o medo de perder a pessoa (ou a coisa) de quem (ou da qual) você sente ciúmes. Muitas vezes, arrisco até a dizer que quase sempre, o medo que gera o ciúme é o medo que você mesmo tem de ser superado. A maldita insegurança. “Ah, ele olha pra ela porque ela é mais gostosa que eu” ou “Ah, ele gosta de conversar com ela porque ela é mais interessante que eu”. Esse tipo de sentimento deveria ser proibido. Já a possessividade, pra mim, é outra coisa. Não é momento, é característica. E também acho que nem sempre ta atrelada a insegurança. A pessoa pode ser possessiva por puro egoísmo, não por insegurança. Preciso conversar com a Carol com calma sobre isso.

O negócio é que eu ando muito enciumada, e isso não é nada bom. Significa que eu ando muito insegura, com medo de ser superada. Desde sempre fui “treinada” pra ser “melhor” em tudo. Eu sei, ta parecendo que sou prepotente, mas não sou. Acho que foi criação rigorosa mesmo. Quando eu entro numa coisa, entro pra ganhar, não pra competir. Se eu não ganhar, não vai ser divertido. Então certas coisas eu faço só pra “sair por cima”. E isso vira uma função pra mim, porque se eu não “sair por cima”, tudo desanda. Profissionalmente, tem seu lado positivo ser assim. Agora, no meu caso, já que eu to levando esse meu jeito de ser pra vida pessoal/amorosa, não é nada bom. To com ciúmes de certa pessoa por que exatamente? Porque quero essa pessoa, porque gosto dela, OU porque quero sair por cima, quero que essa pessoa saiba que eu fui melhor, que comigo é mais legal. Bizarro, não? Ta na hora de eu criar jeito e controlar isso em mim, ta doido…

“Jealousy won’t get you anything that you lost
Jealousy, it will never be what it was
Jealousy, now I’m afraid of what I’ve become
Jealousy, it feels like everything’s come undone”

Julho 29, 2009 - Leave a Response

Sim! O dia começou muito bom! Sol, e emails legais me esperando :)

The queen!

The queen!

To make a brand new start.

Julho 29, 2009 - Leave a Response

Então, como se começa isso aqui? Sei lá, acho que perdi a prática. Certas coisas são engraçadas. A primeira vez que eu realmente quis começar um blog (na minha fase “adulta”, depois dos 19) foi ano passado. Sentados no Bareco, eu e mais quatro amigos, – todos alcoolizados é claro – inventamos de fazer um blog pra falar sobre os relacionamentos inter-pessoais que nos cercavam. O blog ia se chamar “patodemuleta”. Yep, isso mesmo. A idéia era falar sobre a galera que a gente conhecia, dando codinomes pra cada um, e analisando o comportamento desse pessoal no grupo. É claro que essa idéia nunca saiu daquela noite, daquela mesa de bar, do meio daquelas tantas cervejas. Mas não sei bem porque, a idéia do blog ficou me incomodando desde então – e olha que aquela noite já faz um ano. Enfim, deu no que deu. Aquele grupo que estava sentado no bar aquela noite falando sobre isso aqui nem existe mais. Sensação ruim a de saber que um dia tu pôde fazer parte de algo que, talvez por ser tão legal, simplesmente não é mais. Mas acho que isso é assunto pra outra hora. Por enquanto é isso, só dando motivos. Aliás, que coisa que eu tenho com motivos. Tô sempre me explicando, mesmo quando tenho razão. Tenho que parar com isso…

Música do dia: Interpol, Obstacle 1.

“I wish I could eat the salt of your lost and fading lips
We can cap the old times, make playing only logical harm
We can cap the old lines, make playing that nothing else will change
But she can read, she can read, she can read, she can read, she’s bad
She can read, she can read, she can read, she’s bad
Oh, she’s bad.”